domingo, 21 de junho de 2009

IDH - Índice de Desenvolvimento Humano




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IDH - Índice de Desenvolvimento Humano
IDH - Índice de Desenvolvimento Humano, é parte integrante do Relatório de Desenvolvimento Humano produzido pelo Pndu - Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento Humano, abrange 177 países, tendo esse índice a finalidade de ser um indicador de qualidade de vida das populações. Foi desenvolvido em 1990 pelo economista paquistanês Mahbub Haq, esse relatório é emitido desde 1993.
- Definição
O Índice de desenvolvimento Humano - IDH é uma medida comparativa de riqueza, alfabetização, educação, esperança de vida, natalidade e outros fatores entre os países membros da ONU. Também pode ser calculado para um estado, município ou região.
Os Critérios Para Obtenção do IDH
O IDH também tem a particularidade de na sua avaliação da qualidade de vida da população considerar critérios abrangentes dessa população, pois considera os aspectos econômicos, e outras características sociais, culturais e políticas que influenciam a qualidade da vida humana.

IDH e os indicadores sociais considerados para sua obtenção

  • Expectativa de vida - Numa dada população é o número médio de anos que um indivíduo pode esperar viver, se submetido, desde o nascimento, às taxas de mortalidade observadas para aquele momento.
  • Taxa de alfabetização - percentual de adultos com mais de 15 anos que sabem ler e escrever.
  • Taxa de matrícula - razão entre o número total de estudantes no ensino fundamental, médio e superior e a população em idade escolar para esses três níveis.
  • PIB - em dólares PPC, essa sigla PPC - quer dizer Poder de Paridade de Compra indica que a conversão em dólares é feita levando em conta o custo de vida em cada país.
Variação do IDH
O IDH é um índice que varia de zero (0) (em países com nenhum desenvolvimento humano) até um (1) (países com desenvolvimento humano total).
Países com IDH de zero (0) até 0,499 têm desenvolvimento humano considerado baixo, nesta faixa estão todos os 22 países da África subsaariana, considerados de "baixo desenvolvimento humano", Serra Leoa é a última colocada com um IDH de 0,336.
Países com índices entre 0,500 e 0,799 são considerados de médio desenvolvimento humano, era o caso do Brasil no relatório anterior com IDH de 0,792.
Países com IDH superior a 0,800 têm desenvolvimento humano considerado alto, é o caso do Brasil que a partir do relatório de 2007/2008, obteve um IDH igual a 0,800 ou seja é o último da escala na faixa de países de alto desenvolvimento humano. O país com mais alto IDH passou a ser a Islândia com um IDH igual a 0,968 e, em segundo a Noruega.
A Posição do Brasil
O IDH do Brasil variou de 2004 para 2007 de 0,788 para 0,800, um aumento de 0,002 em relação a 2004, o que o faz sair no grupo das 83 nações de desenvolvimento médio, passando a ocupar o último lugar (70º) no grupo de países de alto desenvolvimento humano. Num grupo de 177 países o Brasil ficou em 70º(septuagésimo) lugar,posição ainda bem atrás de vários países latinos americanos. Essa mudança não significa uma alteração significativa das condições sócio-econômicas, pois o Brasil possui um componente pouco captado pelos cálculos do IDH, que é a desigualdade sócio-econômica, ou desigualdade na distribuição de renda que é avaliada pelo Índice Gini.








Brasil - Situação dos Indicadores
Segundo o Relatório de Desenvolvimento Humano 2007/2008 do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) o Brasil entrou pela primeira vez para o grupo de países com elevado desenvolvimento humano, com um índice medido em 0,800 no ano de 2005. Em 2006, obteve uma melhora no índice de 0,007 com uma pontuação de 0,807. Encontra-se na 70ª colocação mundial, posição que já mantinha no ano anterior.

Há muitas controvérsias quanto ao relatório de 2007 divulgado pelas Nações Unidas. Muitas instituições afirmam que o Índice de Desenvolvimento Humano do Brasil possa estar errado e que o correto seria de 0,802 a 0,808. O motivo seria a não atualização de vários dados relativos ao Brasil por parte da organização. O primeiro dado seria o do PIB per capita, que atualizando as revisões do IBGE seria de US$ 9.318 e o índice saltaria para algo entorno de 0,806. Outro dado é a taxa de alfabetização, que evoluiu 88,6% para 89,0%, isso significaria uma elevação de 0,003 no índice final. E há ainda um problema estatístico, a renda per capita de 2005 foi calculada com base em uma projeção de população de 184 milhões de brasileiros. Mas a Contagem Nacional da População, feita recentemente pelo instituto, revelou que apenas em 2007 o país atingiu este número de habitantes. Se isso for levado em conta, com menos gente para repartir o PIB, a renda per capita subirá, e o índice ganhará um acréscimo de 0,002.

Mesmo assim, o Brasil continua a ser internacionalmente conhecido por ser uma das sociedades mais desiguais do planeta, onde a diferença na qualidade de vida de ricos e pobres é imensa. Mas dados estatísticos recentes, contidos na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram que o quadro começa a se alterar. Entre 2001 e 2004 a renda dos 20% mais pobres cresceu cerca de 5% ao ano enquanto os 20% mais ricos perderam 1%. Nesse mesmo período houve queda de 1% na renda per capita e o Produto Interno Bruto (PIB) não cresceu significativamente. A explicação dos economistas brasileiros e também de técnicos do Banco Mundial para a redução das desigualdades está nos programas de distribuição de renda, como o Bolsa Família. No entanto, como mais de dois terços dos rendimentos das famílias brasileiras provém do trabalho assalariado, há necessidade de crescimento da economia e do mercado de trabalho.

Educação

35

Emirados Árabes Unidos

88,0

36

BrasilBrasil

87,5

37

Malásia

87,3

Na área de educação, o Brasil tem melhor desempenho que a média mundial e regional. No relatório 2007, o país ficou com um índice de alfabetização adulta de 88,6% (64ª colocação mundial, logo abaixo dos Emirados Árabes Unidos e logo acima de São Vicente e Granadinas), índice igual ao encontrado em 2004, por conta das Nações Unidas não ter atualizado os dados. Segundo o IBGE, a taxa de alfabetização adulta evoluiu de 88,6% para 89,0% no período. O relatório captou, porém, um aumento no percentual de pessoas em idade escolar dentro das escolas e universidades, de 86,0% em 2004 para 87,5% em 2005 (36ª colocação mundial, logo abaixo da Alemanha e acima de Singapura).

Longevidade

78

Jordânia

71,9

79

BrasilBrasil

71,7

80

Arménia

71,7

Na área de longevidade, o Brasil vem conquistando grandes avanços nos últimos anos. A expectativa de vida em 2005 foi estimada em 71,7 anos ao nascer (79ª colocação mundial, logo abaixo da Jordânia e acima da Armênia) segundo o relatório. Em 2004, o índice era estimado em 70,8 anos ao nascer, e, em 2000, 67,7 anos. A esperança de vida brasileira supera a média global. Esse aumento da longevidade é um indicativo de melhoras no acesso a alimentação, saúde e saneamento.

Renda

66

Turquia

8,407

67

BrasilBrasil

8,402

68

Tunísia

8,371

Por fim, também a renda influi no cálculo do desenvolvimento humano, sendo no que o Brasil mais precisa melhorar. O último relatório das nações unidas apresenta um PIB per capita (PPC) de US$ 8,402 (67ª colocação mundial, logo abaixo da Turquia e acima da Tunísia). Com isso, a renda dos brasileiros aumentou, entre 2004 e 2005, de US$ 8.195 PPC para US$ 8.402 PPC. O que causa controvérsia pois as Nações Unidas não atualizaram as revisões do IBGE e continuam usando os métodos do chamado "Velho PIB". Com uma revisão de cálculos em Março de 2007, o IBGE descobriu que o país era 10,9% mais rico do que se imaginava, mudando assim uma série de dados, entre eles o PIB per capita que deveria ser de US$ 9.318.


O Melhor e o Pior do IDH
Quanto mais próximo de 1, melhor é a situação do desenvolvimento humano. O país com melhores indicadores sociais no relatório foi a Islândia que superou a Noruega, com IDH de 0,968 ficando com o título de país com melhor qualidade de vida no mundo. Enquanto que na parte de baixo do ranking estão todos os 22 países da África subsaariana, e Serra leoa é agora a última colocada com IDH de 0,336.

Distribuição de Renda - Coeficiente de Gini
coeficiente de Gini é um parâmetro internacionalmente usado para medir a concentração de renda. O coeficiente de Gini varia de zero a 100.
Zero significaria, hipoteticamente, que todos os indivíduos teriam a mesma renda, e 100 mostraria que apenas um indivíduo teria toda a renda de uma sociedade. Ou seja, no caso desse índice, o ideal é caminhar em direção a zero, quanto mais próximo de zero, melhor é a distribuição da renda do país. O país que apresenta menor índice de desigualdade na distribuição de renda é o Japão com ìndice Gini de 24,9.
Desigualdade na distribuição de renda
O Brasil permanene com uma brutal desigualdade na distribuição de renda, apresenta pequenos avanços e lentamente sinaliza o afastamento do grupo de países que lideram esse ranking negativo. O desempenho brasileiro avaliado pelo indicador de desigualdade de renda - Gini, no relatório de 2007 coloca o país entre o grupo dos doze países mais desiguais do mundo, com um ìndice Gini igual a 57,0, o que o coloca numa posição pior do que a do Panamá com 56,0.
Glossário: PIB - Produto Interno Bruto (somatória de tudo que o país produz durante um ano).
PIB per capita - é o resultado do quociente entre PIB e o número de habitantes.



by:Cassiane, Ítalo Rique e Lucas Oliveira


sexta-feira, 19 de junho de 2009

Crescimento da População brasileira



Projeção da População do Brasil

Brasil já tem mais de 180 milhões de habitantes

Em 34 anos, a população brasileira praticamente dobrou em relação aos 90 milhões de habitantes da década de 1970 e, somente entre 2000 e 2004, aumentou em 10 milhões de pessoas. Em 2050, seremos 259,8 milhões de brasileiros e nossa expectativa de vida, ao nascer, será a mesma dos japoneses hoje. Mas o envelhecimento da população está se acentuando: em 2000, o grupo de 0 a14 anos representava 30% da população brasileira, enquanto os maiores de 65 anos eram apenas 5%; em 2050, os dois grupos se igualarão em 18%.

Em janeiro de 2004, a população brasileira ultrapassou os 180 milhões de habitantes. Esta é uma das conclusões da Revisão 2004 da Projeção da População realizada pelo IBGE. Esses estudos demográficos mostram que as famílias estão tendo cada vez menos filhos. Se o crescimento da população permanecesse no mesmo ritmo dos anos 50, seríamos hoje, 262 milhões de brasileiros. Mas, desde então, nossa taxa de fecundidade diminuiu, devido às transformações ocorridas na família brasileira, como a entrada da mulher no mercado de trabalho e a popularização dos métodos anticoncepcionais.





Seis milhões de mulheres a mais

As proporções entre a população masculina e feminina vêm diminuindo paulatinamente no Brasil. Em 1980, haviam 98,7 homens para cada cem mulheres, proporção que caiu para 97% em 2000 e será de 95% em 2050. Já a diferença entre a esperança de vida de homens e mulheres atingiu 7,6 anos em 2000 – sendo a masculina de 66,71 anos e a feminina de 74,29 anos.

Os avanços da medicina e a melhoria nas condições de vida da população contribuíram para elevar a expectativa de vida dos brasileiros, que aumentou 17 anos entre 1940 e 1980. Em 2000, esse indicador chegou aos 70,4 anos, e deverá atingir os 81,3 anos em 2050. O Brasil está em 89º lugar entre os 192 países ou áreas estudados pela ONU.


Mortalidade infantil continua alta

Desde meados da década de 1940, a mortalidade infantil vem diminuindo no Brasil, devido às campanhas de vacinação em massa, à disseminação dos antbióticos e, mais recentemente, aos exames pré-natais, às campanhas de aleitamento materno e aos agente comunitários de saúde, entre outras medidas, governamentais ou não. Em 1970, tínhamos em torno de 100 óbitos para cada mil menores de um ano nascidos vivos. Em 2000, a taxa caiu para 30 por mil, se considerarmos os países vizinhos: Argentina, Chile e Uruguai. No ranking dos 192 países estudados pela ONU, o Brasil ocupa a 100ª posição.


Menos jovens e mais idosos

A queda combinada das taxas de fecundidade e mortalidade vem ocasionando uma mudança nas estrutura etária, com a diminuição relativa da população mais jovens e o aumento proporcional dos idosos em decorrência das pessoas urbanas se casam mais velhas em relação às que vivem no campo, fato que implica na diminuição do período fértil da mulher, automaticamente ocasiona a redução do número de filhos por família.
e as
Preocupação com o número de filhos, em decorrência dos elevados gastos com os mesmos (educação, saúde, transporte, entre outros).

. Em 1980, a população brasileira dividia-se, igualmente, entre os que tinham acima ou abaixo de 20 anos. Em 2050, essa idade mediana será de exatos 40 anos.

Outra comparação importante: em 2000, 30% dos brasileiros tinha de zero a 14 anos, e os maiores de 65 representavam 5% da população. Em 2050, esses dois grupos etários se igualarão: cada um deles representará 18% da população brasileira.






Êxodo rural



Êxodo rural é o termo pelo qual se designa o abandono do campo por seus habitantes, que, em busca de melhores condições de vida, se transferem de regiões consideradas de menos condições de sustentabilidade a outras, podendo ocorrer de áreas rurais para centros urbanos. Este fenômeno se deu em grandes proporções no Brasil, nos séculos XIX e XX e foi sempre acompanhado pela miséria de milhões de retirantes e sua morte aos milhares, de fome, de sede e de doenças ligadas à subnutrição.

Os conflitos recentes em África e noutras regiões do mundo são outra causa do êxodo rural, fazendo com que milhões de pessoas engrossem o exército de desempregados e marginais nas grandes cidades. Ainda outra causa são os desastres naturais, como ciclones e secas, que deixam as populações rurais sem meios de subsistência e as empurram, muitas vezes de forma permanente para as cidades.

Estes fenômenos estão ligados à falta de políticas de desenvolvimento das zonas rurais, tais como a construção de infraestruturas básicas - estradas, escolas e hospitais.


O início da colonização

Logo após o início de sua colonização, a economia brasileira era baseada no extrativismo e na monocultura. O primeiro ciclo foi o da cultura da cana de açúcar, iniciado em 1532; o plantio foi seguido de um grande desmatamento da área de mata atlântica na região nordeste, cujo clima é extremamente variável há milênios, ora com secas imensas, ora com grande índice pluviométrico. Em função disso, o desmatamento só veio a aumentar as variações climáticas, agravando os fenômenos.


A seca e o início do grande êxodo rural no Nordeste

Enquanto isso, no Nordeste, em 1879, uma grande seca assola toda a região. Com ela, morrem cerca de duzentas e vinte mil pessoas, de fome, de sede e de doenças trazidas pela miséria e desnutrição. Praticamente todo o gado e toda a agricultura são extintos, forçando um grande êxodo rural, que chegou a provavelmente um milhão de retirantes ao ano, portanto, naquela época, a produção de cana de açúcar quase se extinguiu totalmente.


A chegada dos retirantes em São Paulo e a desnutrição

O êxodo seguiu em direção ao Sul na década de 30; chegando em São Paulo; os nordestinos foram buscar trabalho nos cafezais, porém, não eram bem-vindos, pois, com a chegada dos imigrantes italianos e espanhóis, muito mais robustos e saudáveis, os fazendeiros preferiram os europeus aos nordestinos para o trabalho nos cafezais. Os nordestinos estavam extremamente desnutridos, doentes e miseráveis, morriam às centenas, sem condições para o trabalho pesado, pois sua caminhada do Nordeste ao Sul, por milhares de quilômetros, foi feita em sua maioria a pé, sem água, sem comida e em condições sub-humanas, exaurindo suas força


A mudança de sentido do fluxo migratório

O fluxo migratório mudou de sentido, portanto o êxodo da massa populacional foi se direcionando aos poucos para a região amazônica, onde os retirantes se tornaram seringueiros, iniciando largo ciclo extrativista. Avançando cada vez mais em direção à mata, em sentido Oeste, acabaram por invadir lenta, constante e gradualmente o território pertencente à Bolívia, tomando posse da área onde hoje encontra-se o estado do Acre


A construção de Brasília e o êxodo para o planalto central

Em 1957 começa a construção de Brasília, e novamente se inicia mais uma onda de êxodos rurais de diversos pontos do Brasil, para o planalto central, desta vez, o fluxo se dirige das áreas rurais de diversos pontos, sua partida não mais é de uma única macro região, portanto, não só do Nordeste, e do Norte, vieram sulistas da região do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, além de mineiros, paulistas e cariocas, em grande quantidade, dentre outros.

O êxodo rural na época da ditadura

Já na década de sessenta, logo após ao golpe militar de 1964, houve novamente um grande movimento de massa populacional devido à propaganda institucional, que propalava o crescimento do Brasil, e a erradicação da pobreza. A partir dos grandes centros, com urbanização acelerada e a construção civil, oferecendo oportunidades de emprego cada vez maiores à mão de obra não especializada e analfabeta, os migrantes tiveram melhoras salariais e de condições de vida. Em função desta melhora, começaram a mandar dinheiro para as regiões de onde vieram, chamando a atenção dos parentes, amigos e vizinhos, que se encontravam ainda vivendo em condições precárias nas áreas rurais. Isto ocasionou uma aceleração do êxodo rural, causando ainda mais inchaço nos grandes centros, aumentando ainda mais os problemas ocasionados pela miséria na periferia das grandes cidades.

Causas
Os principais motivos que fazem com que grandes quantidades de habitantes saiam da zona rural para as grandes cidades são: busca de empregos com boa remuneração, mecanização da produção rural, fuga de desastres naturais (secas, enchentes, etc), qualidade de ensino e necessidade de
infra-estrutura e serviços (hospitais, transportes, educação, etc).

Consequências
O êxodo rural provoca, na maioria das vezes, problemas sociais. Cidades que recebem grande quantidade de migrantes, muitas vezes, não estão preparadas para tal fenômeno. Os empregos não são suficientes e muitos migrantes partem para o mercado de trabalho informal e passam a residir em habitações sem boas condições (favelas, cortiços, etc).

Além do desemprego, o êxodo rural descontrolado causa outros problemas nas grandes cidades. Ele aumenta em grandes proporções a população nos bairros de periferia das grandes cidades. Como são bairros carentes em hospitais e escolas, a população destes locais acabam sofrendo com o atendimento destes serviços. Escolas com excesso de alunos por sala de aula e hospitais superlotados são as conseqüências deste fato.

Nomes: Daiane Batista.:08 , Ana Claudia Gomes.:01

- Crescimento Populacional

Crescimento populacional é a mudança positiva do número de indivíduos de uma população dividida por uma unidade de tempo. O termo população pode ser aplicado a qualquer espécie viva, mas aqui refere-se aos humanos.

A população mundial em 1950 era de 2,5 bilhões de pessoas. Em 2000 já havia mais de 6 bilhões de humanos no planeta.

Para um estudo da população, é essencial a análise estatística acompanhada das características históricas e geográficas das sociedades existentes no planeta. Alguns locais que apresentam elevadas taxas de densidades demográficas são: Sudeste Brasileiro, nordeste dos Estados Unidos da América, leste da China e sul da África. Cada umas dessas regiões tem as suas particularidades socioeconômicas, culturais e ambientais.

De acordo com os dados obtidos junto à ONU, no nosso planeta vivem mais de 6,3 milhares de milhão de pessoas. Dessas, mais de 75% vivem em países subdesenvolvidos e com menos de dois dólares por dia, 22% são analfabetos, metade nunca utilizou um telefone e apenas 0,24% têm acesso à internet

- Noticias sobre a população mundial


Os países desenvolvidos enfrentam populaâes declinando

Quando ao redor um terâo dos países tiverem agora birthrates abaixo do nível da recolocação, as taxas de fertilidade as mais baixas estão nos países os mais desenvolvidos do mundo 44, que esclarecem 19 por cento da população do mundo. Todos exceto Alb�nia tém a fertilidade abaixo do nível da recolocação e 15, localizado na maior parte em do sul e em Europa Oriental, alcanâaram níveis da fertilidade unprecedented na história humana (abaixo de 1.3 crianâas por a mulher). Japão, Italy, Spain, Germany, e a maioria dos estados do sucessor da URSS anterior esperam-se ter umas populaâes significativamente mais baixas por 2050. No contraste, os Estados Unidos -- qual tem a taxa de fertilidade a mais elevada de países ricos -- é projetado ser o sétimo contribuinte o maior ao crescimento da população do mundo sobre as cinco décadas seguintes.

Por causa de seus ponto baixo e taxa declinando do crescimento da população, a população de países desenvolvidos ao todo espera-se remanescer virtualmente inalterada entre 2005 e 2050, aproximadamente 1.2 bilh�es. No contraste, a população dos 50 o mais menos - os países desenvolvidos são projetados a mais do que o dobro, passando de 0.8 bilh�es em 2005 a 1.7 bilh�es em 2050. Alguns dos estes país esperam-se experimentar o crescimento muito rápido da população: entre 2005 e 2050, a população é projetada pelo menos triplicar-se em Afeganistão, Burkina Faso, Burundi, República do Tchad, Congo, a república democrática de Congo, de Timor do leste, de Guiné-Bissau, de Liberia, de Mali, de Niger e de Uganda. O crescimento no descanso do mundo tornando-se é projetado também ser robust, embora mais menos rápido, com sua população que levanta-se de 4.5 bilhão a 6.1 bilh�es entre 2005 e 2050.

A população do mundo pode peak ao redor 9 bilh�es


De acordo com o relatório de U.N., por julho 2005, a população do mundo estará em 6.5 bilhão, aproximadamente 380 milh�es mais do que em 2000 ou em um ganho de 76 milh�es anualmente. Apesar dos níveis mais baixos projetados da fertilidade, por 2050 a população do mundo espera-se alcanâar 9.1 bilh�es. Se as taxas de fertilidade remanescessem em níveis atuais de 2.6 crianâas por a mulher, por 2005 o mundo teria 10.7 bilhão habitantes.

Durante 2005-2050, nove países esperam-se esclarecer a metade do aumento projetado da população do mundo: India, Paquistão, Nigéria, a república democrática do Congo, Bangladesh, Uganda, o Estados Unidos da América, Etiópia e China, alistados de acordo com o tamanho de sua contribuição ao crescimento da população. India espera-se surpass perto China como o país o mais populous ao redor 2025 do mundo.

Pirâmide Etária do Brasil e mundo

Pirâmide etária também conhecida como pirâmide demográfica ou pirâmide populacional é uma ilustração gráfica que mostra a distribuição dos diferentes grupos etários, em uma população (tipicamente de um país ou região do mundo), em que normalmente cria-se a forma de uma pirâmide. Esse gráfico é constituído de dois conjuntos de barras que representam o sexo e a idade de um determinado grupo populacional. É baseado numa estrutura etária da população, ou seja, a repartição da população por idades. Nesse tipo de gráfico, cada uma das metades representa um sexo; a base representa o grupo jovem (até 19 anos); a área intermediária ou corpo representa o grupo adulto (entre 20 e 59 anos); e o topo ou ápice representa a população idosa (acima de 60 anos). As pirâmides etárias são usadas, não só para monitorar a estrutura de sexo e idade, mas como um complemento aos estudos da qualidade de vida, já que podemos visualizar a média do tempo de vida, a taxa de mortalidade e a regularidade, ou não, da população ao longo do tempo. Quanto mais alta a pirâmide, maior a expectativa de vida e, consequentemente, melhor as condições de vida daquela população. É possível perceber que quanto mais desenvolvido econômicamente e socialmente é o país, mais sua pirâmide terá uma forma retangular. Uma guerra, por exemplo, provoca distúrbios visíveis numa pirâmide etária: uma queda no número de jovens e adultos do sexo masculino é o mais comum deles. Normalmente, após uma crise como essa, é notável uma reposição populacional estimulada pelo governo, chamada de baby boom.

A galeria a seguir mostram 227 países através de suas respectivas pirâmides etárias em ordem alfabética com exceção da primeira pirâmide etária (Brasil):

Brasil



Afeganistão



África do Sul



Albânia



Alemanha



Andorra



Angola



Anguilla



Antígua e Barbuda



Antilhas Holandesas



Arábia Saudita



Argélia



Argentina



Arménia



Aruba



Austrália



Áustria



Azerbaijão



Bahamas, The



Bahrein



Bangladesh



Barbados



Belarus



Bélgica



Belize



Benin



Bermudas



Birmânia



Bolívia



Bósnia-Herzegovina



Botsuana



Brunei



Bulgária



Burkina Fasso



Burundi



Butão



Cabo Verde



Camarões



Camboja



Canadá



Casaquistão



Catar



Central Africano República



Chade



Chile



China



Chipre



Cingapura



Colômbia



Comores



Congo (Brazzaville)



Congo (Kinshasa)



Coreia do Norte



Coreia do Sul



Costa Rica



Côte D'lvoire



Croácia



Cuba



Dinamarca



Djibuti



Dominica



Egito



El Salvador



Emirados Árabes



Equador



Eritréia



Eslováquia



Eslovénia



Espanha



Estados Unidos



Estónia



Etiópia



Faixa de Gaza



Fiji



Filipinas



Finlândia



França



Gabão



Gâmbia



Gana



Geórgia



Gibraltar



Granada



Grécia



Groênlandia



Guam



Guatemala



Guernsey



Guiana



Guiné Equatorial



Guiné



Guiné-Bissau



Haiti



Holanda



Honduras



Hong Kong



Hungria



Ilha de Man



Ilhas Caimão



Ilhas Cook



Ilhas Faroé



Ilhas Maurianas do Norte



Ilhas Marshall



Ilhas Salomão



Ilhas Turcas e Caiocos



Ilhas Virgens Britânicas



Ilhas Virgens, E.U.



Índia



Indonésia



Irão



Iraque



Irlanda



Islândia



Israel



Itália



Jamaica



Japão



Jersey



Jordânia



Kiribati



Kosovo



Kuwait



Laos



Lêmen



Lesoto



Letónia



Líbano



Libéria



Líbia



Liechtenstein



Lituânia



Luxemburgo



Macau



Macedônia



Madagáscar



Malásia



Malawi



Maldivas



Mali



Malta



Margem Ocidental



Marrocos



Maurício



Mauritânia



Mayotte



México



Micronésia



Moçambique



Moldávia



Mónaco



Mongólia



Montenegro



Montserrat



Namíbia



Nauruano



Nepal



Nicarágua



Níger



Nigéria



Noruega



Nova Caledônia



Nova Zelândia



Omã



Palau



Panamá



Papua Nova Guiné



Paquistão



Paraguai



Peru



Polinésia Francesa



Polónia



Porto Rico



Portugal



Quénia



Quirguistão



Reino Unido



República Dominicana



República Tcheca



Roménia



Ruanda



Rússia



Saara Ocidental



Saint Pierre e Miquelom



Samoa Americana



Samoa



San Bartolomeu



San Marino



San Martin



Santa Helena



Santa Lúcia



São Cristóvão e Névis



São Tomé e Príncipe



São Vicente e Granadinas



Senegal



Serra Leoa



Sérvia



Seychelles



Síria



Somália



Sri Lanka



Suazilândia



Sudão



Suécia



Suíça



Suriname



Tailândia



Taiwan



Tajiquistão



Tanzânia



Timor-Leste



Togo



Tonga



Trinidad e Tobago



Tunísia



Turcomenistão



Turquia



Tuvalu



Ucrânia



Uganda



Uruguai



Uzbequistão



Vanuato



Venezuela



Vietnã



Wallis e Futuna



Zâmbia



Zimbábue